Só você baby!!

Talvez algumas pessoas achem um saco passar o resto da vida com uma pessoa só ao seu lado. Um tédio beijar sempre a mesma boca, ouvir sempre a mesma voz, ter sempre os mesmos assuntos em comum, sentir sempre o mesmo cheiro, acordar e ter sempre a mesma pessoa ao lado. Pois é, algumas pessoas não tem a sorte grande de reconhecer a sua alma nos olhos de outro alguém, de ver a beleza diariamente estampada ali, de ouvir sempre a única voz que pode te acalmar num instante de angústia, de beijar a única boca que te traz sentimentos verdadeiros e não apenas atração e desejo. O seu amigo, companheiro eterno, seu amor e quem você tem a certeza que sempre estará lá para tudo que você precisar. E não há coisa mais gostosa nesse mundo do que ter esse alguém, reconquistá-lo sempre, e se apaixonar por

ele todos os dias!

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Ignore aqueles …

Ignore aqueles que dizem que é tarde demais para começar de novo, (…) os que dizem que você nunca vai ser coisa alguma. Faça-se de surdo em relação aos que dizem que você não é esperto o suficiente, alto o suficiente ou grande o suficiente – ignore-os. Há momentos em que a fé se inicia colocando algodão nos ouvidos.

Max Lucado

Baby I’d rather die, without yoü and I

SER OU NÃO SER DE NINGUÉM (Arnaldo Jabor)

 

Na hora de cantar, todo mundo enche o peito nas boates e gandaias, levanta os braços, sorri e dispara:
“… eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também…”
No entanto, passado o efeito da manguaça com energético, e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração tribalista se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas
animadíssimas é legal? Evidente que sim.
Mas por que reclamam depois?

Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que toda ação tem uma reação? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo – beijar de língua,
namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja, é preciso comer o bolo todo e, nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber
se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram.
“Ficar” também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é “namorix”. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.
Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que
namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim, como só deseja a cereja do bolo tribal, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas, e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta que amar se aprende amando. Assim, podemos aprender a amar nos relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram
passados. Somos livres para optarmos.
E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico
e se permitir viver um sentimento… É arriscar, pagar para ver e correr atrás da tão sonhada felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as
surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém,
é o mesmo que não ter ninguém também… É não ser livre para trocar e crescer… É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida SOLIDÃO… Seres humanos são anjos de uma asa só, para voar têm que se unir ao outro”

 

Por que você preenche minha tristeza…

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por @Juliana Manzato

“When nobody’s watching”

 

Jamais imaginaria ver uma pupila tão dilatada perto de mim, olhar tanto para alguém como eu olho para você. Me apaixono por você todas as vezes que os nossos olhos se cruzam. (Na verdade me apaixono por você todos os dias) 

 

É tão simples entender de amor tendo você como professor, mais fácil ainda viver o amor ao seu lado. Algumas pessoas não acreditam, eu sei, mas é possível viver o amor todos os dias. (- Fala para eles amor, é só aparecer aqui em casa e ver como a gente vive. Digo eu, toda apaixonada para ele, no sofá)

 

 
 

Ficou mais fácil gostar dos dias de chuva, afinal acordar do seu lado faz com que os meus dias sejam de sol. Falando em chuva, você me ensinou a dançar na chuva e esperar o sol chegar. Por que você chegou para preencher a minha tristeza, o meu vazio, aquela vida sem graça. Por que você é o meu amor, meu bonito. Por que você faz meu coração quente, minhas borboletas no estômago voarem, os meus olhos brilharem. Por que só agora eu entendo o Damien Rice. Por que só agora eu soube o que era realmente saudade. Por que só agora meu amor, eu tive certeza que eu fiz a melhor escolha da minha vida! 

 

Ah, meu amor! Não existe qualquer lugar no mundo que eu gostaria de estar agora, se não fosse ao seu lado. Aprendendo com você, compartilhando com você, somando minha vida a sua. 

 

Entre tantos por quês, encontrei alguém que goste das minhas manias, que encare a minha teimosia, que goste das minhas sardas e me ache linda sem maquiagem. Alguém que me olhe nos olhos e fale de amor pela manhã. Alguém que faça cafuné, que goste de cachorros, praia. Alguém que entenda a minha mania por doces e flores. Alguém que é você. 

 

Ninguém precisou me dizer o caminho para chegar até você, eu sabia que a minha bussola me levaria para o lugar certo, para a história de amor certa. Entre tanta gente chata, sem nenhuma graça, eu encontrei você. 

 E é você, “O” cara. O meu cara (metade).